André Coelho

PELO RIM, PORQUÊ PELO RIM, PORQUÊ

Interesse na investigação clínica, farmacoepidemiologia e estudos de utilização de medicamentos.

O desenvolvimento farmacológico nas últimas décadas tem prestado um contributo inquestionável não só no aumento da esperança média de vida da população, mas também e sobretudo, numa maior qualidade de vida particularmente relevante em situações como a doença renal e a transplantação renal. No entanto, como Everett Koop disse: “os medicamentos não funcionam em doentes que não os tomam”. Por essa razão, é fundamental que o doente renal tenha o maior conhecimento possível sobre os medicamentos que lhes foram prescritos, incluindo as reações que os mesmos podem induzir e o leque de interações que estabelecem com outras moléculas e com o próprio organismo. Com isso, o uso racional do medicamento é estimulado e a efetividade farmacológica potenciada.

FORMAÇÃO

  • Licenciado em Farmácia pela Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL).
  • Mestre em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública.
  • Doutorando em Investigação Clínica na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.


EXPERIÊNCIA

  • Coordenador da área científica de Farmácia da ESTeSL.
  • Colaborador no Departamento da Qualidade na Saúde da Direção-Geral da Saúde.
  • Membro do EuroDURG (The European branch of the Special Interest Group for Drug Utilization Research) da International Society for Pharmacoepidemiology.
  • Docente do mestrado em Farmácia e Química dos Produtos Naturais do Instituto Politécnico de Bragança e Faculdade de Farmácia da Universidade de Salamanca.


ARTIGOS

O uso racional de antibióticos pode ajudar a travar o aumento da resistência bacteriana e a manter a eficácia do uso de antibióticos em gerações futuras.

0 444
No dia 18 de novembro celebrou-se o Dia Europeu dos Antibióticos, uma iniciativa europeia que visa sensibilizar para a ameaça que a resistência aos...
O uso simultâneo de mais que um fármaco pode levar a interações medicamentosas com impacto na eficácia terapêutica, os imunossupressores não fogem à regra.

0 1054
Interações medicamentosas com imunossupressores: o caso particular da ciclosporina Hoje em dia, uma parte considerável dos doentes são polimedicados como resultado de apresentarem várias patologias associadas...
Os imunossupressores têm um papel muito importante no sucesso de um transplante renal. Para este tipo de medicamentos serão os genéricos uma opção?

1 1042
Imunossupressão no transplante renal: medicamentos genéricos são uma (boa) opção?   Os ganhos significativos a que assistimos nas últimas décadas no aumento da sobrevida e da qualidade...