Atualmente a responsabilidade e organização dos transportes está a cargo dos  Agrupamentos dos Centros de Saúde (ACES). O transporte para o tratamento é realizado em ambulância.

 

De acordo com as normas fornecidas pelas Administrações Regionais de Saúde, o transporte dos utentes em hemodiálise é assegurado para:

  • sessões de diálise no turno e horário definidos;
  • para trocas e diálises extra tem que ser feita requisição para posterior autorização pelo ACES;
  • consulta/cirurgias de acesso de construção e manutenção do acesso vascular, desde que não seja o primeiro acesso definitivo, pois esse é da responsabilidade do hospital de referência;
  • consultas de pré-transplante desde que requisitadas com antecedência no mínimo de 48 horas em relação à data da consulta.

 

Importa referir que os doentes renais crónicos que, por sua opção, escolham uma Unidade de diálise que fique mais afastada da sua residência, têm que prescindir do direito ao transporte, sendo este assunto tratado pelo ACES respetivo e Administração Regional de Saúde, na medida em que a Unidade de diálise não tem poder de decisão nesta matéria.

Os doentes renais crónicos beneficiários dos subsistemas de saúde (ex: ADSE) podem ser transportados em táxi, que funciona através de reembolso.

 

Importa frisar que o Serviço Nacional de Saúde passa igualmente a assegurar os encargos com os transportes, independentemente do número de deslocações mensais, para os transplantados renais, doentes renais crónicos que realizam diálise peritoneal ou hemodiálise domiciliária. Para estas situações, a isenção deixa de depender da insuficiência económica e da prescrição médica.

 

 

Imagem:
de Aidan Meyer on Unsplash

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